O RIP (Routing Information Protocol) é um padrão para troca de informações entre os gateways e hosts de roteamento. Este protocolo é mais útil como um “protocolo de gateway interior”. Atualmente existem muitos protocolos de roteamento utilizados para toda a rede. A rede mundial de computadores é organizada como um conjunto de “sistemas autônomos”. Cada sistema autônomo tem a sua própria tecnologia de roteamento, o que pode bem ser diferente para diferentes sistemas autônomos.

O protocolo de roteamento usado entre roteadores de um mesmo sistema autônomo é referido como um IGP (Interior Gateway Protocol). Um protocolo separado é usado para fazer a interface entre os sistemas autônomos. O mais antigo, e ainda usado na internet é o EGP (gateway exterior protocol). Esses protocolos são agora geralmente referidos como protocolos inter-AS de roteamento.

O RIP é projetado para em redes com tamanho moderado, que utilizam uma tecnologia razoavelmente homogênea. Não é destinado a uso em ambientes mais complexos, devido à suscetibilidade em ocorrem falhas.

O RIP2, é uma evolução do RIP, e destina-se à expandir a quantidade de útil informação carregada nos pacotes e também adicionar uma medida de segurança. RIP2 é um protocolo que utiliza UDP para transporte. Cada host que usa RIP2 tem um processo de roteamento que envia e recebe datagramas em UDP, na porta 520. RIP e RIP2 são para redes IPv4, enquanto o RIPng é projetado para a rede IPv6.